quarta-feira, 26 de outubro de 2016

BAIXA DO MEIO RN


INTRODUÇÃO
O Distrito de Baixa do Meio tem uma longa história passada, 81 anos é tempo suficiente para formar uma história. É lamentável saber que um lugar com 81 anos ficou esquecido pela história. Não foi registrado quase nada a respeito da história de seu surgimento oficial ou até mesmo antes. Isso pode ter se dado, talvez por não haver recursos à época ou até mesmo, interesse das partes das pessoas que ali moravam ou também da administração pública. Entretanto, nesse sentido, não será poupado esforço para trazer as informações necessárias para deixar o leitor de "O Portal Baixa do Meio" ficar informado sobre o surgimento de nosso distrito.

HISTÓRIA
Antes de Guamaré conquistar a emancipação do município de Macau/RN na data de 07 de maio de 1962, Baixa do Meio já existia, visto que, os registros oficiais da  IFOCS (empresa federal de obras contra a seca), data de 26 de outubro de 1935 sua fundação. Embora, tenhamos esses registros, temos também relatos que nos garante que antes da IFOCS (empresa federal de obras contra a seca) chegar ao distrito em 1935,  já havia moradores nesta região. O Distrito já era conhecido pelos comerciantes ou comboios que ali passavam transportando Sal e peixes, posto que usavam a estrada que ligava Lages e Pedro Avelino as praias de Guamaré A IFOCS teve um papel muito importante na vida dos moradores de Baixa do Meio, por que através da iniciativa de trazer água para essa região, foi que atraiu um grande número de pessoas.
Distrito de Baixa do Meio era conhecido como Mato Grande, talvez por haver na época uma grande e vasta quantidade de arvores e animais nativos da região. 

ORIGEM DO NOME
O nome Baixa do Meio teve origem pela sua posição geográfica, visto que localizava-se entre o município de Baixa Verde, hoje João Câmara e a localidade de Baixa do Feijão, atualmente conhecido como Umarizeiro. Portanto, deu-se o nome de Baixa do Meio

ANTIGOS MORADORES
Segundo o registro histórico, os antigos moradores dessa região eram: Manoel Ribeiro, Sandoval Mendes, Antônio Epifânio, José de Paiva, Chico Regina, Antônio Constantino, Manoel Teixeira, Francisca Martins, Miguel Camilo.

DIFICULDADES
Havia na região, dificuldade de conseguir água, entretanto no ano de 1935, foi executado o plano de perfuração de poços pela IFOCS (empresa federal de obras contra a seca), ao longo da estrada que liga Macau a Baixa verde, atual cidade de João Câmara. Segundo relatos, o primeiro poço era localizado no lado de Pedro Avelino, hoje por trás do antigo Posto de Atendimento Médico de Baixa do Meio. Nesse mesmo projeto foi construida a fazenda Campo de Serra Verde, propriedade histórica do Governo Estadual.

TRANSPORTES
Os meios de transportes eram dois carros, um chamado de Mixto com três boleias e seis pneus que trafegava vindo da cidade Guamaré que ainda era pertencente a Macau e o outro uma rural, um dos donos era Luiz Martins.

FEIRAS PÚBLICAS
Antes que feira pública existisse em Baixa do Meio, era realizado na localidade "Os Corgos”, atualmente conhecido como Assentamento Belo Horizonte, geograficamente localizado no município de Pedro Avelino, tempo depois passou a ser embaixo dos pés de fícus.
O mercado público era construído de palha. A feira era levada de Guamaré pelo senhor Severino Bernardino. A primeira feira oficial foi realizada em 04 de Outubro de 1964, nesta década foi construído o Mercado Público de Baixa do Meio. Atualmente a feira pública do distrito é conhecida como uma das maiores, e mais atrativa da região, recebendo feirantes de diversos municípios.

FONTE ECONÔMICA
Os moradores de Baixa do Meio vivem basicamente da agricultura e criação de animais. Outros são comerciantes varejistas e atacadistas. Também os que trabalham na RPCC (Refinaria Clara Camarão), e em empresas acopladas a Guamaré, parte são funcionários público municipal. E os demais são trabalhadores autônomo.

DESTAQUES
Baixa do Meio destaca-se por ser um local acolhedor e palco de belezas naturais e de uma culinária invejável.

CURIOSIDADES
- Arvores datada de quase 100 anos.
- Parte dos moradores antigos ainda residem no distrito, são ele: Maria Segunda, Luiz de Pompilha, Luiza Mendonça, Seu Pasguau, Luiz Bernardinho Lopes.

GASTRONOMIA
A gastronomia de Baixa do Meio é basicamente a base de produtos do campo, e são servidas em bares e restaurantes do distrito, mas o que predominam são as feijoadas e buchada de porco, e de carneiro.
Um bom aperitivo é o caldo de costela, o mesmo levanta o alto estima depois de uma noite de festa.
O doce da região é sem igual, são: doce de mamão e coco, doce de leite, e a cocada.

POPULAÇÃO
Segundo pesquisas, Baixa do Meio tem uma população de aproximadamente 6.000,00 habitantes, superando assim em termos de população a cidade sede.

ESPORTE E LAZER
Baixa do Meio chama-nos atenção à área do esporte, é uma área muito praticada pelos esportistas local, são diversas modalidades, corridas de pedestres, futebol, vôlei, caratê, capoeira, danças, skate, dentre outros.

RELIGIÃO
Baixa do Meio concentra uma grande quantidade de igrejas evangélicas protestantes, católica romanos e casas espíritas candomblé.
Baixa do Meio também é um dos lugares da região que mais faz festas e eventos. Palco de vários campos de vaquejadas e casas e terreiros de shows.

Já na área do lazer, balneários e fazendas locais, para os que são apaixonados por cavalos é uma boa oportunidade visitar essas fazendas e fazer uma boa trilha com amigos e familiares.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

HISTÓRIA DE GUAMARÉ - RN

Origem do nome
Guamaré tem a origem de seu nome formada pela junção das palavras (água e maré), por estar localizada às margens dos rios Aratuá e Miassaba.
Antes do Descobrimento do Brasil
Antes mesmo de o Brasil ser descobrimento em 22 de abril de 1500, espanhóis da esquadra do Pizón já dava ciência das terras salineiras de Guamaré.

Durante a ocupação francesa
Durante a ocupação francesa no Rio Grande do Norte, Guamaré é citada em importantes mapas: o de Descaliers em 1555, o qual chamava de “Grande Baya” e o de Jacques de Vaullx, de Claye, em 1579, que a denominava de “Le Grand Bee Du Parcel” (A Grande Baía dos Parcéis).       
Passagem de Pero Coelho em Aguamaré – 1605
Tudo se inicia quando o capitão Pero coelho de Souza, um dos colonizadores da capitania do Ceará, sua esposa Damásia, filhos, marinheiros e escravos, que em 1605, atacados por tribos ferozes, fugiam por terá, em uma costa inóspita habitada por índios guerreiros. Correram desesperadamente, léguas, pela areia quente, fofa e branca, deixando pelo caminho, homens e filhos mortos de fome e sede. Salvaram-se, bebendo água doce nas cacimbas de Aguamaré. Passaram pelas salinas e deram noticias delas ao capitão Mor do Rio Grande, que a doou aos seus filhos. Depois, vendo o naufrágio de Francisco Xavier Torres, colonizador português e sua tripulação, no ano de 1783. Somente a fé poderia salvá-los Fizeram uma promessa a Nossa Senhora da Conceição que se escapassem salvo, construiriam uma igreja em forma de gratidão. Conseguiram chegar a Guamaré, que já era povoada desde 1605, e cumpriram a promessa: naquele mesmo ano, construíram a Igreja de Nossa Senhora da Conceição, hoje patrimônio cultural do Rio Grande do Norte.
CANDÉIAS, J M. Guamaré, 50 anos de emancipação política, 1º. Ed. Natal – RN: impressão 2012. 12 p.

Biografia de Pero coelho                                                                                      
Pero Coelho de Souza - (...) Foi um explorador português, oriundo dos Açores. Chegou ao Brasil em 1579 e foi o primeiro representante da Coroa Portuguesa a desbravar os territórios das capitanias da Paraíba, Concunhado de Frutuoso Barbosa, exerceu interinamente o governo da Paraíba após a administração deste, e foi vereador da câmara da Cidade da Parahyba pelos anos de 1590. Pero Coelho morreu em Lisboa, depois de passar longos anos a requerer, inutilmente, a paga dos seus serviços.
Fonte: Wikipédia – A Enciclopédia Livre

Petição à Assembleia Legislativa por independência administrativa- 1837
Envio da petição à Assembleia Legislativa, para criar a Vila Imperial de Guamaré. Em 06 de setembro de 1837, os moradores de Guamaré enviaram à Assembleia Legislativa uma petição pleiteando a criação da Villa Imperial de Guamaré e respectiva freguesia. A Comissão defensora junto ao poder Legislativo compunha-se dos Senhores Joaquim Álvares da Costa, vereador em Angicos e proprietário, Antônio Ferreira de Brito, negociante e André de Souza Miranda, Juiz de Paz e proprietário. Francisco Trajano Xavier da Cunha, outro vereador e que seria o primeiro Juiz de Paz em Macau, declarou-se solidário.
Desejavam área municipal com dezessete léguas de comprido; do Tabuleiro Alto das Pitas ao Rio Camurupim; da Fazenda São Pedro, de Francisco José Soares, à Fazenda Gangorra, em linha reta à Canafístula, inclusive neste ponto a Fazenda Floresta, do Capitão Francisco Trajano Xavier da Cunha e a Fazenda Rosário, do tenente coronel João Marques de Carvalho. Seguia daí em rumo certo ao rio Camurupim mais praias pertencentes a Angicos.
Os proprietários informavam existir “boas estradas” e que Guamaré era o ponto da província onde mais existiam armadilhas de pescarias e tinha um porto onde entravam barcos e canoas grandes da costa, carregadas “todo o preciso para o bom passadio dos habitantes”.
As Comissões de Estatística, Justiça Civil e Criminal da Assembleia, compostas dos Deputados João Patrício da Silva Juba, Antônio Basílio Ribeiro Dantas, Bartolomeu da Rocha Fagundes e Luís da Fonseca e Silva, em 15 de outubro de 1838 deram parecer contrário, por serem lugares despovoados, exceção da povoação. Parecer aprovado no dia seguinte. Quando os macauenses voltaram a pleitear a independência administrativa (setembro de 1847), Guamaré protestou.

Datas:
1606 – Em 20 de Agosto o Capitão-mor Jerônimo de Albuquerque doa as “terras salineiras de Guamaré”, aos seus filhos Antônio e Mathias de Albuquerque.
1611 – Quando foi realizado o “Auto do Traslado de Capitania do Rio Grande” consta a sesmaria 85 – Guamaré, pertencente a Antônio e Mathias de Albuquerque, filhos do Capitão-mor e sendo considerado o que se tinha de mais valioso em terras na capitania.
1612 - Encontrava-se também registro da localidade de Guamaré, no mapa de João Teixeira.
1631 – Descoberta das Salinas de Guamaré pelos holandeses que aqui fundaram a “Huys de Woestyne” ou “Casa do Deserto”.
1783 – O português Francisco dos Santos, residente em Caiçara, construiu a Capela de Nossa Senhora da Conceição em gratidão, por ter conseguido salvar-se juntamente com sua tripulação, de uma tempestade no alto mar e aportando em Guamaré. É fundada a Igreja de Nossa Senhora da Conceição.
1833 – Guamaré já pertenceu ao Município de Açu, passando para Angicos em 1833, de quem foi Distrito da Paz em 1834, tendo 201 moradores adultos
1834 – Foi Distrito de Paz de Angicos.
1837 – Envio da petição à Assembleia Legislativa, para criar a Vila Imperial de Guamaré. Em 06 de setembro de 1837,
1847 – Incluiu-se no território de Macau onde permaneceu mesmo quando houve a restauração de Angicos em 1850. Distrito de Paz de Macau em agosto de 1873. Passou a ser jurisdicionado por Macau.

Emancipação política de Guamaré
1962 – Mas a tão sonhada Emancipação de Guamaré, tornou-se realidade em 07 de maio de1962, (125 anos depois), através da Lei nº 2.744, quando foi desmembrada de Macau, tornando-se um novo Município do Rio Grande do Norte.
O município de Guamaré, localizado no litoral norte potiguar, pertenceu à jurisdição dos municípios de Açu, Angicos e Macau. A sua Emancipação Política teve como propositor o Deputado Veras Saldanha e como relator o Deputado Jácio Fiúza, que através do Processo 071/62 defenderam na Assembleia Legislativa a liberdade sonhada pelo povo dessa terra, que já buscava há muito sua independência.
A Lei 2.744 que criou o município de Guamaré foi aprovada no dia 01 de maio de 1962 e sancionada pelo Governador Aluízio Alves no dia 07 de Maio do mesmo ano. Sua publicação deu-se no Diário Oficial em 09 de maio de 1962. 
O Governador do Estado nomeou no dia 10 de dezembro de 1962, conforme o Art. 3º da Lei 2.744, o Sr. João Batista Carmo, como Prefeito do Município de Guamaré, o qual foi empossado no dia 11, na Secretaria do Interior e Justiça de Natal. João Batista do Carmo governou Guamaré, até 30 de janeiro de 1964 quando deu posse ao primeiro Prefeito Constitucional eleito pelo voto popular, Luiz Virgílio de Brito.

Geografia de Guamaré
Tendo como principal fonte de renda a extração do petróleo, o município de Guamaré está situado em uma área praticamente virgem, onde a natureza preserva todo o seu esplendor. São 176 km partindo de Natal até o coração da costa salineira do Rio Grande do Norte.
O visitante vai encontrar 12 km de praias entrecortadas por rios, mangues e dunas, sem falar no espetáculo oferecido pela integração de quatro ecossistemas: O mar, As dunas, Caatinga, Mangue.

Hidrografia
Guamaré tem a sua sede banhada pelos Rios Aratuá, Miassaba e Camurupim, mas possui praias banhadas pelo Oceano Atlântico. Possui as Ilhas do Presídio (Oceânica e Fluvial), Casqueira (Fluvial) e Ema (Fluvial).

Flora
A área litorânea é rodeada de belos manguezais e no interior, prevalece à caatinga.

Limites
Localizada na Região Salineira do Rio Grande do Norte, Guamaré limita-se ao Norte com o Oceânico Atlântico, ao Sul com o município de Pedro Avelino, a Leste com o município de Galinhos e a Oeste com o município de Macau.

Acesso rodoviário 
Para sair da Capital rumo à Guamaré, o acesso é a BR 406 seguindo até o Distrito de Baixa do Meio onde se entra à direita e segue-se à Rodovia RN 227 - João Pedro Filho que termina no Município de Guamaré. Para quem desejar ir de Guamaré ao Município de Macau, utiliza a Rodovia RN 227 que liga Guamaré à BR 406, na entrada de Macau. Porém quem desejar ir ao Município do Alto do Rodrigues, saindo de Guamaré, pode trafegar pela Rodovia RN 227, cruzando com a BR 406 e seguindo a estrada do oleoduto da Petrobrás (mais conhecida como a estrada do óleo).

Acesso marítimo 
Guamaré é um porto marítimo pela sua natureza, como vimos no histórico do município. Através de seus rios Aratuá, Miassaba e Camurupim, navegáveis, Guamaré recebe embarcações de pequeno e médio porte, como: barcos a vela, barcos a motor, lanchas e rebocadores usados pela Petrobras, sendo o seu porto, veículo de embarque e desembarque de passageiros e cargas para as plataformas de petróleo. O passeio turístico pelo mar é realizado tanto para a Praia do Presídio, como para o município de Galinhos, através do trapiche, local de embarque e desembarque de passageiros com destino a passeios.

Economia
A economia do Município de Guamaré desde que se tem conhecimento de sua história esteve baseada na pesca e na extração do sal. Porém com a descoberta do petróleo em seu litoral em 1975, quando perfurou o primeiro poço na Plataforma de Ubarana 06 (PUB I), iniciou-se uma nova fase econômica em Guamaré. A extração teve início em 16/06/76, onde eram extraídos 83 m3/dia. A produção terrestre é pequena e teve início em 07/01/83.
A presença da Petrobras em Guamaré foi fator fundamental para o seu desenvolvimento. Para o Polo Industrial de Guamaré, hoje, Refinaria Potiguar Clara Camarão, converge todo o óleo e gás produzidos na Plataforma Continental do RN e grande parte da produção terrestre.
Atualmente, a Refinaria Potiguar Clara Camarão mantém uma unidade de processamento de gás natural, uma planta de diesel, uma planta de querosene de aviação. O Polo de Guamaré abastece o Rio Grande do Norte e parte de outros estados com esses três combustíveis e gás de cozinha. Ainda no Polo de Guamaré, está a Estação de Compressores de Ubarana – ECUB.
Nesta Estação, o gás é recebido e tratado, logo depois é enviado através do Gasoduto Nordestão, para a cidade pernambucana de Cabo, alguns distritos industriais do Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco. No Polo estão instaladas duas estações de tratamento de efluentes, cuja finalidade é tratar a água descartada dos processos industriais lá existentes.
A Petrobras desenvolveu e implantou uma refinaria de biocombustível, onde será extraído o óleo a partir do fruto da Mamona. Já está em produção à planta de querosene de aviação como também a produção de gasolina automotiva.

Pesca - Ainda é uma atividade movimentada em Guamaré. Com o apoio da Colônia de Pescadores, o pescado abastece não só o município de Guamaré, como também é vendido para outros municípios. Há abundância de mariscos, siris e caranguejos nos rios de Guamaré.
Carcinicultura - Também é uma atividade em pleno desenvolvimento, tendo em vista que as antigas salinas estão sendo vendidas ou arrendadas, para projetos de criação de camarões em cativeiro (viveiros), onde se encontram instalados cerca de doze projetos em funcionamento no Município (ano 2000).

Agricultura - É basicamente de subsistência, mas o município voltou a plantar o algodão e hoje os assentamentos desenvolvem a plantação de hortas e frutas.

Pecuaria - É uma atividade pequena, sem expressividade, porém destacando-se a criação de ovinos, bovinos e caprinos.

Comércio - O comercio local conta com supermercados, mercearias, feiras livres, farmácias, postos de gasolina, lanchonetes, sorveterias e restaurantes.
Quanto aos serviços, Guamaré dispõe de alguns restaurantes, lanchonetes, bares, sorveterias e algumas pousadas e pequenos hotéis, com tendência à expansão, tendo em vista que o Turismo vem crescendo na região.
No que diz respeito à vida noturna, apenas um clube (Discoteca) abre no final de semana, embora alguns bares na orla marítima funcionem para o lazer dos visitantes e moradores local.

Cultura
A Cultura local é a tradicional das cidades litorâneas.
As antigas bordadeiras e rendeiras, assim como os pescadores que constroem redes e armadilhas de pesca ainda fazem o Artesanato de Guamaré.
O Folclore entre os adultos perdeu-se um pouco, mas hoje é resgatado nos jovens, através das escolas.
As danças comuns eram: Lapinha, Pastoril, Boi de Reis, Coco de Roda, Xaxado, quadrilhas. Os bailes, nas casas de famílias, eram geralmente tocados por um sanfoneiro, ou tocador de cavaquinho, Realejo e acompanhados com Pandeiros e bombos. Dançavam casais, crianças, idosos, todos com muito respeito.
A iluminação era com candeeiro, lamparina, com querosene e depois apareceu a lâmpada a gás. A iluminação só veio no ano de 1958, quando um motor de moer sal, após esse trabalho, fornecia energia elétrica para as duas ruas principais. Poucas casas puxavam essa energia. Ficava acesa apenas de seis horas da tarde, até às nove da noite.  Na década de 60, é que a energia de Paulo Afonso chegou até Guamaré.
Os fogões eram acesos com lenha ou carvão. O uso do Gás de cozinha, só chegou para nós, no final da década de 60.

Esporte
O esporte em Guamaré movimenta jovens e adultos. Na praia Aratuá acontece todos os anos, o Campeonato de Futebol de Praia, com apoio da Prefeitura Municipal. Ainda na Praia Aratuá, ocorrem campeonatos de Futevôlei e Vôlei de Praia, Natação, Regatas, Corridas Rústicas, Ciclismos, entre outros.
Mas o Esporte também é destaque nos Colégios, onde os times locais já alcançaram títulos de campeões nos Jogos Estudantis do Rio Grande do Norte – JERNS.
Alguns grupos de Capoeira e de Makulelê, já existem em Guamaré e Baixa do Meio.

Turismo
Guamaré tem uma grande beleza natural. Cercada de Dunas, Praias, Marés e Mangues, a natureza é um grande diferencial para o Turismo.
Já existe o Turismo de Negócios, implantado pelo fato de ter o Polo Industrial da Petrobrás, onde muitas empresas trazem seus técnicos que aqui passam grande período de suas vidas.
O Turismo Náutico é outra possibilidade, pelo fato de estar entre rios tranquilos que proporciona belos passeios.
O Turismo Ecológico pode ser realizado pelos manguezais e Dunas, onde existe uma fauna e flora preservada, que poderá ser apresentada ao turista como um atrativo.
O Turismo Esportivo pode ser feito, com passeio de lanchas, Pesca e Mergulho.
O Turismo de Eventos poderá ser realizado, quando a Prefeitura investir em infraestrutura como: Construção de Museus, Teatro, Centro de Convenções, Parques, para que sejam realizados Seminários, Palestras, Congressos, Feiras Culturais e de Negócios, onde interajam com a cultura local.
O Turismo Religioso poderá ser explorado nas Festas dos padroeiros da sede e dos distritos, além da Paixão de Cristo.

Gastronomia
A Gastronomia de Guamaré é praticamente a base de frutos do mar, apesar de serem servidas as mais variadas refeições nos restaurantes locais, o que predomina mesmo são os pratos a base de peixe, lagosta, camarão, mariscos, siris e caranguejos.
Uma boa pedida para se tomar com o seu aperitivo é o caldo de marisco no coco. Além de nutriente ajuda a recuperar o organismo debilitado pela ressaca causada pela ingestão de bebidas alcoólicas anteriormente.
O camarão alho e óleo é uma especialidade dos restaurantes que ficam localizados na orla do Rio Aratuá, como também o caranguejo e a ostra.
O peixe é encontrado nas mais diferentes formas: Moqueca frita assada na brasa, etc...
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